Divórcio Darrell e Márcia

10 Erros que NÓS Cometemos no Casamento

10 Erros que NÓS Cometemos no Casamento
Compartilhe
  • 89
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
    89
    Shares

Sabemos que é possível ter um lar cheio de amor, obediência, união e respeito. Para tanto, a figura de Deus em nossas vidas é essencial. Mas, mesmo seguindo ensinamentos cristãos, é necessário que o casal se empenhe em agir de forma correta com o outro, dia a dia, para atingir uma união harmoniosa.

Em função dessa necessidade, selecionamos 10 erros comuns no casamento que devemos evitar a fim de que na nossa casa reine um clima de amor e respeito.

Vamos lá?

1) Não devemos exigir do nosso cônjuge mais do que ele pode oferecer, produzir ou fazer.

É muito comum que depois do casamento se tente mudar o outro. Não queira mudar aquilo que não pode ser mudado. Será que gostaríamos que nosso cônjuge fosse à nossa imagem e semelhança? Se ele fosse, será que nos casaríamos com ele?

Precisamos reconhecer os limites do outro e procurar entender o porquê de exigirmos tamanha perfeição do nosso amor.

2) Desrespeitar o histórico de vida do cônjuge.

Para que um casamento seja vitorioso, é fundamental que os parceiros se conheçam, saibam sobre aquilo que viveram em todas as etapas da vida. Dessa forma, respeitamos as suas ideias, a sua forma de enxergar o mundo. Uma esposa oriunda de família desestruturada, a qual assistiu a cenas de violência, traições, pode comportar-se de forma insegura com seu cônjuge. Da mesma maneira que se o marido é filho de pais separados pode achar normal o casamento ser descartável. O importante é compreender a trajetória do outro e respeitar o que foi formado nessa caminhada.

3) Não devemos menosprezar sinais de insatisfação.

No nosso dia a dia, deparamo-nos com situações simples, como o acendimento da luz do painel do carro, indicando falta de óleo e a necessidade de reposição. Com o nosso casamento acontece da mesma forma, mas muitas vezes não damos a devida atenção a esses sinais, os quais revelam, quase sempre, que algo não vai bem para uma das partes, ou quem sabe, para as duas.

Não raro uma das partes diz para o outro que ele está acima do peso, que não eles têm feito sexo com frequência, que não conseguem conversar sem brigar. Esses são claros indícios de que algo precisa ser feito, de que o diálogo precisa ser restaurado o mais rápido possível, porque se acabar o diálogo, acaba o casamento.

4) Não devemos viver aprisionados ao passado.

Muitas pessoas, provavelmente mulheres em sua maioria, não conseguem se desvencilhar de situações vividas há muito tempo e, quando têm uma oportunidade, desenterram um fato ou outro para surpresa do cônjuge, que nem se lembrava mais do episódio.

Há situações em que o marido chega do trabalho e encontra a mulher tristonha, ele nem imagina que no meio do dia ela se lembrou de uma história da época do namoro que a fez sofrer. Livrar-se desses pesos, dessas bagagens é fundamental. Precisamos estar leves para mantermos um relacionamento saudável, sem mágoas ou frustrações antigas.

5) Não devemos confiar exageradamente.

O nosso corpo é templo do Senhor. Precisamos cuidar da nossa saúde, da nossa aparência e do nosso cônjuge. Precisamos, claro, confiar nele(a). Todavia, não devemos expô-lo às tentações da carne, pois ele pode ser homem de Deus, ou ela mulher de Deus, mas seus hormônios não são convertidos. Imagine, então, uma situação em que o marido se vê numa casa em que a empregada é jovem, bonita, sensual, enquanto a mulher é completamente descuidada da aparência, usa bobes no cabelo e camisa de bolinha para dormir. Proteger o nosso patrimônio é essencial para a manutenção do nosso casamento!

6) Ignorar as pequenas coisas.

As pequenas coisas da vida podem se transformar em grandes momentos e não custam nada. Acordar o outro com um bom-dia bem alegre, deixar um bilhete dentro do carro ou da bolsa, dar um beijo inesperadamente, oferecer uma flor colhida do jardim. Esses são detalhes que podem fazer a diferença no seu relacionamento.

7) Discutir na presença dos filhos e expor as fraquezas do cônjuge.

Os filhos não têm maturidade para participar de discussões entre o casal. Isso não faz bem para a formação deles. Problemas conjugais devem ser resolvidos entre quatro paredes. Da mesma forma que jamais devemos expor publicamente as fraquezas do nosso cônjuge. Essa exposição não irá contribuir para o seu crescimento, apenas o fará sentir-se diminuído frente àqueles que ouvirem essa infeliz declaração.

8) Não saber dizer não sempre que necessário.

Há limite para tudo nesta vida. Por isso existem muros, portões, fechaduras no mundo físico e dentro de nós também. Mas algumas pessoas não conseguem estabelecer esses limites e depois se queixam da vida que levam. Na nossa casa tudo funcionará de acordo com as regras e limites que nós estabelecermos. Assim funciona com os nossos filhos, com a nossa empregada, com o nosso cônjuge. Se o seu marido vai ao futebol todas as sextas, à noite, e não a leva, caso não esteja de acordo, converse, faça um acordo, estabeleça limites.

9) Dar mais valor às coisas do que às pessoas.

Muitas vezes nos prendemos a questões materiais ou a situações cotidianas completamente sem importância, as quais nos aborrecem e nos afastam daqueles que mais amamos. Um filho, por exemplo, que suja a parede com o lápis de cor e o pai fica chateado com a família por duas semanas. Nossa! Quantas oportunidades ele perdeu de trocar experiências com os familiares, de dar e receber amor, tempo que não voltará nunca mais. E o motivo? Uma bobagem!

Sabe aquela situação que ocorre muito com as mulheres? Dar uma amassadinha no carro… Por que se fazer desse episódio o fim do mundo? Nada como um marido que tranquilize a esposa e diga: “Fique tranquila, amor, não foi nada. Eu amo você mais do que as coisas.”

10) Esquecer a presença de Deus no nosso lar.

Somos cristãos, isso é um fato. Mas precisamos exalar por entre os nossos poros nossa condição de seguidores de Cristo. E a nossa casa é o ponto de partida para que isso aconteça. Precisamos, acima de tudo, ser referência para nossos filhos. Desde bem pequenos, devemos ler para eles, assistir a vídeos religiosos, apresentar-lhes arte sacra de boa qualidade a fim de que se familiarizem com a presença de Deus. A hora da oração também deve ser um momento especial de oração e comunhão da família, todos juntos, ao redor da mesa. No futuro, nossos filhos estarão bem formados e irão nos agradecer pelos exemplos apresentados.

Evitando esses 10 Erros vocês poderão ter um casamento melhor, e poderão falar para o mundo que são casados pra sempre.

A psicologa e especialista em relacionamentos Renata Santos descobriu o REAL motivo de seu CASAMENTO não ser mais como no início (NADA A VER com a idade, beleza física ou rotina).

Faça o teste AGORA

 

Quer assistir ao vídeo desse artigo? Clique abaixo , curta o vídeo, deixe seus comentários e compartilhe em todas as suas redes sociais.

(Visited 311 times, 286 visits today)

Compartilhe
  • 89
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
    89
    Shares
  •  
    89
    Shares
  • 89
  •  
  •  
  •  
  •  

Sobre o autor | Website

Darrell e Márcia são casados há 20 anos, tem 3 filhos e uma paixão por ajudar famílias. São escritores, conferencistas, criadores da #TvA2, que tem impactado milhares de vidas. Para contatá-los, visite:

Deixe o seu Comentário